Validando a vida

ETH

2020.11.11 10:35 bbvedf ETH

ETH
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$ETH la moneda. Ethereum la cadena. Veamos en este caso Coingecko, que tiene bastante más info. Ojo, que esta moneda es gorda. El post va a ser en modo Biblia …

What is Ethereum? Ethereum is a global, open-source platform for decentralized applications. In other words, the vision is to create a world computer that anyone can build applications in a decentralized manner; while all states and data are distributed and publicly accessible. Ethereum supports smart contracts in which developers can write code in order to program digital value. Examples of decentralized apps (dapps) that are built on Ethereum includes token, non-fungible tokens, decentralized finance apps, lending protocol, decentralized exchanges, and much more.
Vale. Una plataforma P2P descentralizada que soporta contratos inteligentes. Conocemos otras muchas (TRX, ICX, BSV, …)

What is a Smart Contract? A smart contract is a programmable contract that allows two counterparties to set conditions of a transaction without needing to trust another third party for the execution.
En efecto, un contrato inteligente es como cualquier otro tipo de contrato: Un acuerdo entre partes con ciertas condiciones.

Who created Ethereum? Unlike bitcoin in which the creator who is known as Satoshi Nakamoto is unknown. The founding team of Ethereum are known individuals which includes Vitalik Buterin, Mihai Alisie, Anthony Di lorio, Charles Hoskinson, Amir Chetrit, Joseph Lubin, Gavin Wood, and Jeffrey Wilke.
De todos esos creadores, quedáos con Vitalik Buterin. Es la cara más visible del proyecto. El que tiene más tirón.

What is Ether? While Ethereum refers to the blockchain network. The native currency that flows within the Ethereum economy is called Ether (ETH). Ether is typically used to pay for transaction fees called Gas, and it is the base currency of the network.
Lo que ya decíamos en la intro. $ETH, o ether, es la moneda de la blockchain Ethereum.

What is Gas? On Ethereum, all transactions and smart contract executions require a small fee to be paid. This fee is called Gas. In technical terms, Gas refers to the unit of measure on the amount of computational effort required to execute an operation or a smart contract. The more complex the execution operation is, the more gas is required to fulfill that operation. Gas fees are paid entirely in ETH.
Con ese nombre tan peculiar, se esconde simplemente la comisión de cada operación. La fee de toda la vida. Como en otros muchos casos, esa fee es variable. Dependiendo de la prioridad y/o del número de mineros.

I heard that a new version is launching called Ethereum 2.0. What is that about? Ethereum 2.0 is an upgrade that aims to solve the blockchain trilemma – security, scalability, and decentralization. In alternative smart contract platforms, they are designed to be highly scalable but compromises on decentralization. Whereas a highly secured and decentralized blockchain network would have the trade off being highly unscalable. Ethereum 2.0 brings a very different flavor of design that aims to addresses those issues by way of using Proof-of-Stake (POS), Beacon Chain, Sharding, and Execution Environment.
Aquí está la madre del cordero. Desde su nacimiento, Ethereum ha validado sus bloques mediante PoW, es decir, con hardware dedicado resolviendo acertijos.
Como hemos visto antes, eso afecta a las fees. Si hay pocos mineros con su hardware validando, su demanda es mayor y el coste sube.
La intención de Ethereum 2.0 es cambiar el algoritmo de prueba de trabajo (PoW) a Prueba de Participación (PoS). La validación de bloques seguirá dependiendo de mineros, pero no de su hardware sino de la cantidad de monedas que tengan a hodl.
Han planteado también una suerte de masternodos o representatives (ya sabéis que cada uno lo llama de una manera), donde hay una cantidad exacta a holdear (32 ETH, unos 13k$), un periodo exacto (12 o 24 meses) y donde las recompensas de validación serán mayores siempre que se cumpla con los requisitos. Al igual que otros proyectos (como SIA por ejemplo), si tu MN, SR o como queramos llamarlo no tiene la velocidad suficiente, o el uptime suficiente, o el bandwith suficiente, etc, puedes ser penalizado y perder ETH en lugar de ganarlo 😲
Se estima que ETH 2.0 vea la luz en diciembre de este año, después de un montón de tiempo de pruebas, retrasos, más pruebas y más retrasos.
Sobre el cambio de algortimo, la comunidad está dividida. Hay gente que cree que PoW es más efectivo previniendo ataques del 51%. Hay otra gente que cree que PoW está reservado a grupos de presión que hacen fluctuar los precios del gas a su favor, lo que acaba centralizando el proyecto.
En ese punto yo estoy bastante de acuerdo con Coingecko y con los detractores del PoW. Ese monopolio es una rémora para Ethereum y para uno de sus exitosos nichos: Defi.
Condicionar las comisiones a la decisión de unos pocos puede hacer que la gente abandone el proyecto y busque alternativas.
Hay un punto que no veo en Coingecko y que me parece importante. El hard fork de ETH de 2016 del que surgió ETC. Pero eso, para una próxima entrada …
https://www.ethereum.org/
https://twitter.com/ethereum
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2019.12.21 18:35 -NVLL- Alguns cálculos do meu fechamento de fim-de-ano

Estava fazendo uma retrospectiva e tentando calcular algumas estatísticas que me ajudassem a tomar decisões relacionadas aos investimentos. Invisto desde 2012, fiquei 3 anos na poupança perdendo para inflação. Entrei na bolsa na queda da Petrobras em 2015.
Esse ano aumentei bastante a exposição em RV, o que compensou a queda nos juros (junto com o aumento do VP nos pré, tinha bastante pós-fixado antes disso). Mas o que me chamou atenção foram as vendas. Ao todo tenho só 51 posições fechadas em ações, dessas 66,67% foram fechadas acima do rendimento do IBOV para o mesmo período. Não fiz operações de day trade ou alavancadas.
Apesar do resultado ter sido positivo, o total das posições fechadas desde 2015 ficou abaixo da valorização equivalente em valor e período do benchmarking (IBOV) em -5,65%, por conta dos 33,33% restantes. Foram 13 vendas no prejuízo, a maioria irrisória, só na intenção de realocar o dinheiro, uma grande, clássica topo-fundo, e uma significativa por exercício de covered call.
Para piorar, tive "custo de oportunidade" em 84,31% das vendas, i.e., teria rendimento superior à minha taxa interna de retorno se tivesse mantido o ativo em vez de vender (dividendo exclusive, cálculo otimista). Não consigo rastrear fácil o ativo em que aloquei o dinheiro, mas como não teve nenhum fantástico, deve estar parecido. Se o valor estivesse investido no índice, então, superaria todas as transaçoes feitas.
A maior queda esse ano em relação à compra foi da UGPA3 @ -47,87% e o maior ganho o BIDI4 a partir do IPO vendido @ 136,60% (o P/L já estava alto, mas pelo jeito vai chegar em Marte antes do Elon Musk). =(
O mesmo aconteceu para os FIIs, mas foram só umas 4 vendas. O máximo que consegui girando capital foi o ganho intangível da melhora na qualidade dos ativos.
A minha taxa de retorno interno está em 10,49% e a real (descontada inflação) em 4,83%. Os mesmos aportes realizados somente no índice, desde 2012, estariam 19,25% mais valorizados.
Ou seja, apesar de não gostar da passividade, até o momento meu caso pessoal está validando o B&H e index investing durante este bull market, no curto prazo de 5 anos, para um investidor bem medíocre e um índice bem meh. O resultado é muito dependente do passado próximo, calhou de coincidir o final de ano com um salto, então vou repetir quando o cenário se inverter, mas as comparações estavam semelhantes nos meses anteriores.
E é isso, perdi um tempinho fazendo esses cálculos, espero que seja útil para mais alguém. Acho que vou me aposentar da vida de acompanhar mercado financeiro para ir de ACWI e algum Total Market World Bond ETF aí. Alguém mais com dados interessantes para compartilhar?
Bom final de ano e boas festas.
EDIT: palavra
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2019.01.14 19:57 negocioprodigital Curso Fui Aprovado Guia Prático Kalebe Dionisio

Revelado o EXATO Método de ESTUDO Que Já APROVOU mais de 3.947 Alunos Espalhados Por todo o Brasil…
📷****AGORA você será capaz de conseguir a tão sonhada vaga no serviço público com a ajuda do Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano.
Toda a metodologia ensinada no Guia Prático Para Passar em Concurso Público em 1 Ano foi exaustivamente testada e aprovada durante os cinco anos de concurseiro na vida de Kalebe Dionísio.
Que colecionou ao longo de todo esse tempo, nada menos do que 10 aprovações com as devidas nomeações.
Sendo quatro dessas no seu 1º ano de estudo, aplicando todos os métodos, estratégias e técnicas ensinadas no . [Guia Prático Para Passar em Concurso Público em 1 Ano]
Reúne 31 vídeo aulas distribuídas em 12 Módulos, com apresentação detalhada, clara e objetiva, que otimiza os estudos com o objetivo de facilitar a preparação para qualquer concurso público.
O curso fui aprovado é 100% online, pois esta é a forma que o Professor [Kalebe Dionisio]
encontrou para oferecer um suporte diário, esclarecendo as dúvidas dos alunos e os auxiliando em tudo que relaciona o mundo dos concursos.

Benefícios e Técnicas INFALÍVEIS >> Nunca Visto ANTES…

Sem dúvidas, a estratégia APROVAÇÃO RÁPIDA já fez vários alunos por todo o Brasil ser aprovado e nomeado em um curto período de tempo. E você vai descobrir no Módulo 5.
Sem contar também com a técnica do Tripé da Aprovação técnica de estudo baseada em 3 atitudes fundamentais e comprovadamente determinantes para sua aprovação num concurso público. Que você vai descobrir no Módulo 9. [curso fui aprovado]
Não basta estudar, é indispensável aprender como estudar, otimizando e validando eficazmente todas as horas e dias dedicados aos estudos de maneira que possa colher resultados nunca antes conseguidos.

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2018.11.30 19:56 joakins_89 Me afiliaron a un partido político sin saberlo y no me contrataron por eso

Bueno la historia es media larga así que voy a tratar de hacerla lo menos tediosa posible.

Actualmente estoy sin trabajo, entonces por intermedio de un ex-empleador que tuve me comentó que en la municipalidad precisaban alguien para mantenimiento, cosa que tercerizaban a la empresa de mi ex empeleador cuando trabajaba con él.

Bueno armo cv, voy y encaro al encargado que lo conocía de cuando hacíamos trabajos tercerizados, de dice:
"-me gustaría que trabajes acá, ya sabemos que laburas bien, el voy a dar esto a fulanito de rr hh."
Todo parecía marchar sobre ruedas, al fin voy a pegar un buen laburo. Cuestión que pasan los días y no me llama nadie, voy a preguntar un par de veces a la municipalidad y me dicen que por el momento no hay novedades. La puta madre que lo parió, no pego una pensé. Hasta que un día me cruzo con el de rr hh y nos ponemos a hablar de todo un poco, hasta que saco el tema de mi cv, si el sabía se había pasado algo porque todo parecía indicar que el trabajo era mío por lo que me dijo el encargado. Después de prometer que no iba a decir nada porque sino podría perder el laburo, me comenta que siempre que les llevan un cv, unas de las cosas que hacen es fijarse si están afiliados a ningún partido político (o en caso de estarlo que sea el de ellos), y que como yo estaba afiliado a un partido quedé descartado. No tengo intenciones de reclamar a la municipalidad por este asunto ya que no quiero cagar al que me brindó esta información, además es incomprobable.

La verdad se me hizo un nudo en la garganta, ya que nunca en mi vida pisé una filial política, me pongo a buscar en la web y según la página https://www.padron.gov.acne_afiliados/ estoy afiliado a un partido (WTF). Mando un mail a la secretaría electoral para saber a cual partido supuestamente pertenezco, me dicen que estoy afiliado al Partido DE LA CULTURA LA EDUCACION Y EL TRABAJO - CET. La concha de la lora, nunca los sentí nombrar, hago una búsqueda rápida de google y al parecer es un partido relacionado con el sindicato de camioneros.

Ese momento fue cuando me cayó la ficha; hace un par de años era chofer de larga distancia, entonces tuve que sacar el llamado "carnet de Moyano", nada fuera de lo normal, era un chequeo genreal, pero lo que me hacia ruido era que tenía que entregar una fotocopia del DNI en una hoja A4 con una firma abajo del todo, sin nada escrito en el medio, rehusé a dar eso porque me parecía sospechoso, entonces me dijeron:

-Sí no entregas la hoja no te aprobamos los exámenes y no vas a poder trabajar.

Cómo la necesidad eran más grandes que mis convicciones di la hoja a regañadientes ya que como la mayoría necesito trabajar para vivir. Mi idea es que usaron esa hoja para afiliarme sin mi consentimiento los muy hijos de puta. Dato de color: hace 3 años intervinieron a esa sede del sindicato porque cobraban el tramite y no lo hacían o demoraba meses en aprobarlo, como muchos se quejaron sacaron los empleados a patadas, que eran un matrimonio y 4 hijos, todos trabajando ahí.

Bueno en resumen me cagaron la posibilidad de conseguir trabajo estos hijos de puta, y pregunté como darme de baja del partido y me dicen que tengo que ir a la filial a desafiliarme o enviar una carta, pero mi duda a todo esto es que yo enviando una carta acaso no estoy validando que alguna vez me afilié a dicho partido y ahora cambié de opinión? Ya que eso no sucedió, quiero saber si esto se puede denunciar por fraude en algún lugar o algo.


Dato de color 2: chequee en la pagina de afiliaciones los dni de unos amigos que hicieron los exámenes en la misma filial y también aparecen afiliados a un partido cuando tampoco nunca pisaron una filial de ningún tipo. No puedo saber con exactitud si es a la misma ya que debe ser el titular el que consulta, pero tengo grandes sospechas que sí.
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2018.01.24 18:19 bt22coin HEALTH SAÚDE Uma rede P2P de Saúde de armazenamento de registro médico

HEALTH SAÚDE Uma rede P2P de Saúde de armazenamento de registro médico v 0.1 Rogerio H. Berlanda Novembro 2017
1.0 Prefácio Seguindo a tecnologia de uma nova era entre sistemas e banco de dados e ativos eletrônicos ou dinheiro eletrônico ponto a ponto versão de um sistema de pagamentos que hoje revoluciona nossa economia como dito por Satoshi Nakamoto seja ele um grupo ou assim como nós um cidadão comum:
“Uma versão puramente p2p de dinheiro eletrônico pode permitir o envio de pagamentos online diretamente de uma parte para outra sem ser através de uma instituição financeira. Assinaturas digitais providenciam parte da solução, mas os maiores benefícios são perdidos se um intermediário confiável ainda for necessário para prevenir o gasto duplo. Nós propomos uma solução para o problema de gasto duplo usando uma rede p2p. A rede carimba uma data as transações codificando-as em uma corrente contínua de prova de trabalho baseada em codificação formando um registro que não pode ser modificado sem que a prova de trabalho seja refeita. A maior corrente não apenas serve como prova de sequência de eventos testemunhados, mas a prova de que eles irão gerar a maior corrente e ultrapassar os atacantes. A rede em si requer uma estrutura mínima. Mensagens são distribuídas na base da melhor forma possível, e os nós podem sair a vontade, aceitando a corrente com a maior prova de trabalho como prova do que aconteceu enquanto ele esteve fora.”
O que muitos não sabem é que a tecnologia por trás disso é a grande revolução BLOCKCHAIN é um sistema que cria uma corrente de dados imutável e segura.
Com isso, resolvemos criar uma solução dentre a cadeia e todo sistema de saúde já existente. Nossa ideia é otimizar trabalho e tempo, e também trazer aos usuários maior segurança e agilidade sob suas informações voltado a area de saude. A ideia inicial surgiu da necessidade de um plano de saúde ou atendimento médico, a solução encontrada foi criar um sistema onde você possa vender a força computacional do seus aparelhos seja computador, notebook, ou smartphones em troca de um ativo chamado XXXX, o qual será aceito em hospitais, farmácias, odonto, academias e clínicas particulares que utilizarem o sistema (Instituições parceiras).
INTRODUÇÃO
1.1 O que é Blockchain? E a tecnologia por trás da moeda digital Bitcoin, que desde 2009 vem ganhando o uso de uma forma generalizada tanto no setor de finanças quanto para sistemas descentralizados, com uma variedade de blockchains que habitam negócios e serviços ainda estão a entrar nesse mercado. A tecnologia blockchain é usada para compartilhar um registro de transação em uma rede de negócios sem ser controlada por qualquer entidade. O livro-razão distribuído facilita a criação de relacionamentos comerciais sem exigir um ponto central de controle. A tecnologia coloca privacidade e controle de dados nas mãos do indivíduo. Confiança e integridade é estabelecida sem dependência de terceiros intermediários.
1.2 Como Blockchain está mudando os mercado Fintechs. Atualmente, as transações digitais ocorrem com a ajuda de tokens. Este é um código exclusivo gerado por um terceiro (como Visa ou Mastercard, por exemplo) e é compartilhado com o solicitante de token (o revendedor do qual você está comprando) e o emissor da conta (o banco do cliente). Os tokens tornam as transações on-line mais seguras ao esconder os dados reais de identificação do cliente. Uma vez que o token é gerado por um terceiro que, por si só, não possui informações sobre a transação, não há espaço para qualquer tipo de dados que possam ser utilizados por um cientista de dados. Mas isso muda com a tecnologia Blockchain. Aqui, é teoricamente possível conseguir uma posse de todas as transações que já aconteceram e isso fornece aos cientistas de dados tudo o que precisam para analisar tendências e padrões em transações on-line. Os Blockchains fornecem aos bancos e instituições financeiras a tecnologia necessária para extrair dados mais úteis do histórico de transações do cliente. Além das instituições financeiras, os Blockchains como tecnologia também têm casos de uso em várias indústrias, onde é possível aos cientistas de dados “cavarem” através de grandes quantidades de dados que estavam até agora indisponíveis para mineração. A análise de dados oriundos de Blockchains permite identificar padrões como os gastos do consumidor e identificar transações de risco muito mais rápidas do que podem ser feitas com a tecnologia atual. Através do setor de saúde, varejo e administração pública, os estabelecimentos começaram a usar o Blockchain para evitar invasões e vazamentos de dados. Nos sistemas de saúde, uma tecnologia como Blockchain pode garantir que múltiplas assinaturas sejam buscadas em todos os níveis de acesso a dados. Isso pode impedir uma repetição do como houve em um ataque em 2015 que levou ao roubo de mais de 100 milhões de registros de pacientes. Até agora, a detecção de fraudes em tempo real era um sonho. Uma vez que o Blockchain tem um registro de banco de dados para cada transação, ele fornece uma maneira para que as instituições verifiquem padrões em tempo real, se necessário. Empresas como Chainalysis e Bloq usam essa inteligência em tempo real para tomar decisões sobre dados pseudônimos. Mas todas essas possibilidades também levantam questões sobre privacidade, e isso entra em contradição direta com a razão pela qual Blockchain e bitcoins tornaram-se populares em primeiro lugar. Entretanto, para analisar isso de outra perspectiva, os Blockchains melhoram a transparência na análise de dados. Ao contrário dos algoritmos anteriores, a tecnologia Blockchain rejeita qualquer entrada que não possa ser verificada e é considerada suspeita. Como resultado, os analistas das indústrias de varejo só lidam com dados completamente transparentes. Em outras palavras, os padrões de comportamento do cliente que identificados pelos sistemas de Blockchain provavelmente serão muito mais precisos do que é hoje. Embora o Blockchain ofereça uma grande promessa para a Ciência de Dados, a verdade é que ainda não temos muitos sistemas de tecnologia baseados em Blockchain implantados em escala industrial (principalmente no Brasil). Como resultado, as oportunidades e ameaças podem não ser evidentes por pelo menos mais alguns anos até que o Blockchain se torne mais comum. Entretanto, esta é uma tecnologia que promete ser revolucionária e que trará consigo um novo universo de dados transacionais online. Os estudantes e profissionais que trabalham com dados que almejam trabalhar com Blockchain, certamente possuem um futuro glorioso ainda por vir. Na imagem a seguir, criada pela Venture Radar, estão alguns exemplos de Startups que utilizam a tecnologia Blockchain
Figura1 Exemplos de Blockchains
1.3 Infra-estrutura Atual Saúde O realinhamento de um enfoque baseado nos registros de consultas para o cuidado integral do indivíduo torna se cada vez mais complicado e burocrático no que se diz respeito a necessidade e qualidade de vida “saúde”. Onde o acompanhamento e histórico hospitalar se torna cada vez mais fraudulento e falho sob todo o sistema. A disponibilidade de um serviço ou até mesmo atendimento pronto socorro se mostra menos acessível para aqueles que necessitam de um sistema básico de saúde ou até mesmo que não possuem condições mínimas. A infraestrutura, tecnologia e educação e impostos obtidos obrigam instituições e profissionais da área de saúde encarecer cada vez mais seus serviços entre o cuidado mínimo dos indivíduos (pacientes). Grandes corporações desviam boa parte da verba inserida pelo governo para área de saúde, tornando assim o acesso cada vez mais difícil por conta de suas grandes taxas e impostos. Situações como essas são presenciada em todo o globo.
1.4 Relação paciente. O novo paradigma da saúde exige a necessidade de um atendimento eficaz e de baixo custo para que assim seja acessível para todos, trazendo um registro de informações seguras e inviolável para que os pacientes e médicos possam navegar em históricos de consultas podendo assim acompanhar seus tratamentos.
❍ Paciente : Você pode acessar seu perfil de saúde em qualquer lugar, desde histórico médico anterior a receitas exigidas. As informações serão armazenadas em uma rede blockchain não publica.
Ativo Você pode receber todos os benefícios fazendo parte da rede minerando, você pode comprar XXXX, você pode vender, trocar ou até mesmo doar nossa moeda.
1.5 Relação médico. O médico por sua vez terá um nível mais elevado, é ele quem tem o papel de trazer conforto ou até mesmo a solução de um problema trazido pelo paciente então é a partir da confirmação dele que o sistema fecha o registro, para que assim a consulta possa ser registrado no livro razão.
❏ Médico: Você pode visualizar o histórico completo do paciente desde que tenha a “chave” do mesmo ou a chave da consulta fornecida pela instituição. Seu médico pode criar uma chave consulta a chave consulta permite desde que você forneça a sua chave que o médico insira informações sobre seu prontuário uma única vez.
Ativo Você recebe pela consulta, você pode comprar XXXX, você pode vender, trocar ou até mesmo doar nossa moeda. Além de poder fazer parte da rede minerando.
1.6 Relação instituição As grandes vantagens em ser uma instituição adaptada ao sistema, e ter um controle total e 100% confiável de que suas transações entre médicos e pacientes estão sendo feitas de forma correta sem violação.
⛨ Instituições: Podem criar novas consultas, visualizar todas as fichas médicas, fichas dos pacientes e todas as consultas.
Ativo Você recebe pela consulta, você pode comprar XXXX, você pode vender, trocar ou até mesmo doar nossa moeda. Além de poder fazer parte da rede minerando.
2.Sobre o sistema.
Sistema de Saúde descentralizado. Gerenciamento de consultas pela vida toda. Prova segura de informações. Ativo p2p. Minerável. ⛏
Um sistema que permite vantagens a todos os usuários trazendo como benefício todas as informações mantidas sob tecnologia blockchain. Os usuários terão como benefício todas as suas informações em poucos cliques. Além de poder fazer parte da rede minerando as transações, reavendo seu prof-of-work (prova de trabalho) o qual poderá ser utilizado como pagamento em suas consultas ou compras de medicamentos.
Nós definimos um ativo(moeda) eletrônico como o pagamento de uma chave(consulta) eletrônica. A instituição ou médico gera chave que se confirmada o pagamento salva na rede um novo hash contendo as informações da consulta(chave). O médico por sua vez ao finalizar seu atendimento trazendo as informações como prontuário, receita médica ou até mesmo atestado confirma o hash da consulta que será validada pela chave inicial do agendamento fornecida pelo usuário (paciente). Pós sua vez ao concluir todo o ciclo criado pelo processo seguro se todas as etapas de comprovação forem aprovada, só então a rede receberá um novo arquivo a ser registrado no cadeia blockchain, gerando uma transação dentro de um bloco.
Figura 1 Diagrama de pontes
A chave da consulta é solicitada pelo usuário via plataforma a instituição fará o registro do agendamento em formato chave de consulta Hash trazendo as informações sobre valores data e hora em que houver encaixe com a agenda do médico as informações ficarão registradas no chave da consulta. Figura 2 Diagrama de ponte P2P
Nesse processo o usuário faz contato direto com o médico ou solicitado o qual também terá permissão para criação de chaves de agendamento.
Figura 3 sequência de passos
Todo processo inicia com uma solicitação de uma nova consulta HASH, seja ela feita pela instituição ou pelo próprio usuário.
Figura 4 sequência de passos. Nessa etapa a instituição solicita ao médico sua cave para ser inserido como na chave hash da consulta.
Figura 5 sequência de passos
A instituição então retorna ao cliente as informações referente a consulta com detalhes sobre valor e informações do médico.
Figura 6 sequência de passos
Nessa etapa o cliente realiza pagamento e confirma o primeiro passo.
Figura 7 sequência de passos
Após realizar pagamento o cliente/paciente deve ser atendido pelo médico o qual deverá inserir um arquivo PDF contendo as informações da consulta validando o último passo registrando o hash.
Figura 8 sequência de passos
Após confirmar as duas etapas principais o hash pode ser inserido e registrado no livro razão como uma transação válida o qual ficará gravada sem que haja alterações.
Figura 9 sequência de passos
Para consultar as informações registrada é necessário ter a chave de acesso de determinado bloco onde o hash foi inserido.
2.1 Sobre a plataforma A plataforma com uma interface limpa trará aos usuários todos os registos solicitados, sendo histórico do paciente, histórico de atendimento do médico, e histórico de transações e agendamentos das instituições.
❍ Paciente: Permite visualizar seu histórico de consultas, abrir seus agendamentos futuros ou até mesmo agendar uma nova consulta.
❏ Médico: Permite visualizar todo histórico dos pacientes, desde que tenha a chave do paciente ou a chave da consulta.
⛨ Instituições: Permite visualizar todo o histórico dos paciente e dos médicos cadastrados em sua instituição.
3.0 Implementação sistema
A implementação do sistema depende de uma rede blockchain em andamento para que ao se inscrever na nossa plataforma o sistema gere as chaves e suas permissões.
❍ Paciente: Public key - Private key ex: 18pJYCmJwpNqmwjJXXH4SJiJndPoeYTnX4 / 156jkr5ALgiMRgjKq8tBogc1BRTnR3UkqQ
❏ Médico: Public key - Private key ex: 1FyP85EtujLnBu3knn7C7V5zk8viwcupmx / 3QKsH9bddUoi5CeAwkyFcPiCfJ5hbeWRmL
⛨ Instituições: Public key - Private key ex: 3CELAf6AiZ6TLeJ1ccxtxKU9q4ELbYLHvQ / 3JQ9sabS2UNS91qzDLYvuFmUUyJFarJHws
A. Análise das Limitações do Sistema Blockchain Esses sistemas têm limitações em que a máquina virtual não tem inspeção direta além da internet, exceto através do uso de serviços de oráculos. Adicionalmente, as limitações de armazenamento da blockchain são aplicadas pelo custo de gás para armazenar e pelo custo de gás para acessar estes dados. A partir disso, o tempo do bloco estabelece um limite mínimo para solicitações de modificação do estado de pelo menos quinze segundos. A limitação da blockchain para a hospedar informação privada pode ser superada através do obscurecimento dos dados, como a criptografia, mas no caso da chave de descriptografia já ter sido vazada, não há maneira de remover os próprios dados confidenciais da blockchain.
B. Objetivos de implementação para usabilidade e segurança Os principais objetivos de qualquer sistema seguro podem ser resumidos como os objetivos de confidencialidade, integridade, disponibilidade, responsabilidade e garantia de identidade/informação. Para acomodar esses objetivos, um invasor e usuário devem ser definidos. Cada um desses papéis exige certos reconhecimentos de capacidade. Do ponto de vista do usuário, o sistema precisa ser suficientemente transparente para que nenhum conhecimento avançado seja necessário. Além disso, devido à incapacidade do usuário normal de compreender as considerações complexas de segurança cibernética, o processo precisa ser resistente às ações do usuário.
C. Definição de Hardware e Implementação da Rede Para acomodar os objetivos de projeto acima mencionados, a implementação do sistema selecionado requer vários sistemas independentes. Cada sistema subdivide a autoridade, assegura que somente as entidades autorizadas possam interagir de forma aprovada e oferece um mecanismo para aumentar a segurança e manter a disponibilidade. Este sistema também foi concebido de tal modo que o escalonamento pode ser facilmente realizado através da adição de esquemas de chamada hierárquicos. Estes sistemas são completamente descritos em detalhe abaixo. A entidade que enfrenta o público é um Servidor de Chamada de Procedimento Remoto (Remote Procedure Call - RPC) que atua como uma interface para uma implementação privada da Blockchain da Ethereum (permissão blockchain). Esta rede de nós da blockchain, só está autorizada a interagir com os outros nós da blockchain, uma entidade de chave autoral, uma instalação de armazenamento compatível com a CP e o Servidor de RPC. A entidade de criação da chave é o recurso que gera pares de chaves públicas/privadas para uso na blockchain. A instalação do armazenamento compatível com a CP hospeda os dados reais que constituem informações eletrônicas privadas de saúde. Quando uma solicitação de dados ocorre, o sistema compatível com a CP pode ser autorizado a falar com o agente de encaminhamento, que re-roteia os dados de volta para o servidor de RPC. Alternativamente, ele pode ser estruturado de modo que o armazenamento da CP fale diretamente com o servidor de RPC. Cada implementação tem benefícios que devem ser considerados antes da seleção final. Em quaisquer casos, a instalação de armazenamento da CP descriptografa as porções relevantes da base de dados após a manuseio da solicitação. Esta informação codificada é então recodificada utilizando a chave pública da parte solicitante para a transmissão. Esta chave pública é também a chave pública do contrato que atua como a interface de controle da blockchain para os dados da. O que se segue é um diagrama da topologia da rede.
E. Definição da Implementação do Software Além do isolamento físico de sistemas na implementação de hardware e rede, o controle de acesso do software facilita a integridade dos dados e a verificação da autorização para entidades solicitantes. O sistema do software, a partir da perspectiva do controle de acesso e da criptografia de dados, é descrito a seguir:
Figura 3: Topografia da rede blockchain
O banco de dados compatível com a CP aceitará apenas conexões de entrada do expedidor da CP. Isso garante que o fluxo de tráfego seja isolado para caminhos conhecidos controlados. O expedidor da CP agirá apenas para encaminhar uma solicitação para a instalação de armazenamento da CP enquanto uma transação válida ocorreu na blockchain e essa transação resultou na emissão de um evento solicitante. Este evento solicitante precisa conter a chave pública do solicitante e os campos de dados solicitados. Finalmente, o servidor de RPC usa uma Interface de Programa de Aplicativo (API) controlada por acesso, de modo que somente usuários conhecidos possam interagir com o servidor. Para entender a hierarquia de chamadas do sistema, a estrutura do contrato para facilitar o controle do acesso deve ser abordada antes. Cada usuário no sistema faz um mapa para um endereço privado na blockchain privada. Todos os endereços privados só estão autorizados a falar directamente com um contrato na blockchain. Este contrato é o contrato de classe do indivíduo. Instituições, médicos da instituição e clientes são objetos de nível de classe.
3.1 Permissões de acesso. Esses objetos de nível de classe são interfaces com permissão. O Contrato de Instituição tem uma lista de todos os clientes que concederam privilégios de visualização à instituição e cada contrato de cliente tem uma lista de todas as instituições às quais concedeu permissão. O contrato da instituição possui funções que facilitam a revogação de permissões para a instituição, a partir do usuário. O contrato institucional não pode alterar esta lista, impedindo assim o acesso não autorizado a registros individuais. Além disso, o Contrato de Instituição possui uma lista de empregados autorizados que é totalmente capaz de manter. Este esquema de permissão idealmente deveria funcionar de modo que a revogação automática de uma permissão seja realizada em intervalos semi-regulares para evitar que uma instituição inadvertidamente preserve os direitos de acesso de ex-funcionários. Dentro deste sistema, todas as partes externas interagem através da submissão de transações assinadas que codificam a chamada solicitante. Essas transações são enviadas através do servidor de RPC após a validação do usuário. O servidor de RPC envia essas solicitações para o servidor de agregação de dados que, em seguida, encaminha essas solicitações para os mineiros com base em um mecanismo de compartilhamento de carga. Os mineiros, em seguida, processar o pedido, submetendo a transação em nome do autor da chamada para o contrato de controle da parte respectiva. Este contrato contém as permissões dos dados que a entidade está autorizada a acessar internamente no contrato. Este contrato é a única entidade que aceitará uma transação de um pedido externo. Deste modo, é estabelecido um mecanismo para controlar completamente as operações de chamada na blockchain. Para qualquer transação, é criado um registro imutável do autor da chamada. Isso garante que todas as tentativas de acesso a informações sejam registradas. Os dados reais armazenados dentro do contrato de usuário é um sistema de indicadores de hash que quando resolvido pelo servidor de armazenamento da CP resultam no retorno dos dados apropriados. Essas informações são borbulhadas até o remetente da CP pela execução de uma transação de solicitação válida. O mecanismo que facilita essa comunicação é indireto e se manifesta através do sistema de mensagens da blockchain. Devido à limitação de que o solicitante só pode consultar o banco de dados por uma transação válida, e o usuário não pode alterar diretamente suas próprias informações, controle de acesso é justificado. Do ponto de vista das instituições, os mecanismos são semelhantes, exceto o contrato de instituição que hospeda uma lista de usuários de quem pode solicitar dados e uma lista de usuários que podem interagir com esta instituição como funcionários. Quando uma transação de solicitação se origina no contrato de um funcionário da instituição, o contrato de controle chama o contrato da instituição, que chama o contrato do usuário para solicitar os indicadores de dados que resolvem o ePHI. Enquanto a instituição estiver na lista de instituições aprovadas para o usuário, o contrato retornará os indicadores de hash apropriados. Estes indicadores são então publicados como uma mensagem de evento que novamente borbulha até a instalação de armazenamento da CP. Para maior clareza, o processo completo de uma única solicitação é o seguinte: A parte externa solicita dados do serviço chamando o servidor de RPC com uma transação criptograficamente assinada para a submissão para a blockchain. O servidor de RPC verifica a identidade da parte externa através da assinatura de uma solicitação de login. Enquanto a assinatura corresponder a uma entrada no banco de dados de chaves públicas autorizadas, o servidor de RPC aceita a solicitação e envia a solicitação a Máquina de Agregação de Dados (Data Aggregate Machine). A Máquina de Agregação de Dados então submete os pedidos aos verificadores privados da blockchain. Os verificadores recebem o pedido como uma chamada de uma conta da blockchain contra um contrato de destino. Os verificadores executam essa chamada e, no caso de a solicitação ser uma ação permitida, a transação é inserida no bloco seguinte. Esta transação também provoca a emissão de uma mensagem de evento na blockchain. Essa mensagem de evento é observada pelo expedidor da CP, que atua para criar uma solicitação criptografada contra o armazenamento da CP com base nos hashes da mensagem de evento. Essa mensagem também contém a chave pública do solicitante. O sistema de banco de dados compatível com a CP observa esse pedido e transmite uma cópia criptografada das informações para o servidor de CP usando a chave pública do solicitante. O servidor de RPC retorna essas informações para a parte solicitante remapeando o IP solicitante para a chave pública na mensagem. O servidor de CP transmite essa mensagem sem nunca ter visto os dados subjacentes. Esses dados são imediatamente destruídos pelo servidor de RPC, garantindo assim que o servidor CP atue como um canal que não precisa ser compatível com a CP. O mecanismo para publicar os dados é novamente de natureza semelhante, porém os dados a serem enviados são criptografados com a chave pública da instalação de armazenamento da CP. As outras operações são idênticas, exceto os dados que estão sendo postados que borbulham através do sistema de mensagem de evento. Assim, devido ao uso de funções de hashing de colisão baixa e de nonces com carimbos de data/hora, os dados podem ser armazenados com o contrato sendo capaz de computar o endereço em que os dados submetidos estão localizados dentro da instalação de armazenamento da CP. Finalmente, a distribuição de chaves privadas para entidades deve ser tratada. Isto pode ser facilitado através de meios ópticos para os utilizadores de smartphones. Isto é análogo ao uso de códigos QR como endereços para endereços na Ethereum. Meios alternativos também podem ser estabelecidos usando aplicativos em computadores de mesa e dispositivos tablet/smartphone. A perda de uma chave não é um evento catastrófico, devido à capacidade de remover administrativamente o controle do acesso de um contrato de controle de uma chave e conceder outra.
3.3 Interoperabilidade Os sistemas de BC são baseados em uma arquitetura de validação de credenciais isolada na qual os dados das instituições serão separados em cada um dos sistemas. No entanto, o acesso das informações da principal organização do Provedor às outras organizações é apenas via capacidade limitada em instâncias casos como Ler, Propor, Enviar ou Notificar. Além disso, o Paciente tem muito pouca interação ou envolvimento nessa troca de informações além de visualizar seu histórico. Qualquer erro relacionado com a comunicação incorreta ou errada é muito difícil de corrigir. Uma vez que uma blockchain e seus contratos inteligentes são configurados, os parâmetros tornam-se absolutos. O paciente torna-se o principal intermediário no envio e recebimento de informações de saúde negando a necessidade de atualizações freqüentes e solução de problemas de qualquer software. Como os registros da blockchain também são imutáveis e armazenados por todos os usuários participantes, as contingências de recuperação são desnecessárias. Além disso, a estrutura de informação transparente da blockchain poderia abolir muitos pontos de integração de troca de dados e atividades de relatório demoradas.
3.4 Processo e Escalabilidade Os usuários estão no controle de todas as suas informações e transferências, o que garante dados de alta qualidade, completos, consistentes, pontuais, precisos e amplamente disponíveis, tornando-os duráveis e confiáveis. Devido à base de dados descentralizada, a blockchain não tem um ponto central de falha e é mais capaz de suportar ataques maliciosos. Em qualquer rede de cuidados de saúde é necessário garantir que os participantes que estão trabalhando em conjunto podem depender uns dos outros para fornecer os serviços necessários que se espera deles. Para isso, deve haver um meio de assegurar a prestação de contas de tarefas e serviços esperados sejam entregues em tempo hábil e também a responsabilidade associada caso não forem entregues em tempo hábil ao nível de qualidade esperado. Assim, qualquer infra-estrutura de cuidados de saúde tem que ter a competência de perfeitamente ser capaz de monitorar as informações necessárias para permitir que o principal provedor de cuidados avalie a sua rede de cuidados. Além disso, à medida que a rede de cuidados de saúde cresce e essa interação entre as redes de provedores de cuidados aumenta a infraestrutura dos cuidados de saúde deve ser capaz de abordar esta escala de forma eficaz. O aspecto chave para a construção de um sistema de Gerenciamento de Cuidados 12 altamente escalável e distribuído é um quadro arquitetônico peer-to-peer. Essa estrutura já foi usada em vários segmentos da indústria como mídia, esportes, mercado imobiliário, cadeia de suprimentos e outros, a blockchain pode ser facilmente um conector de software complementar para frameworks centralizados existentes. Isto nos levou a explorar a utilização do framework da blockchain para a sua aplicabilidade para ajudar a permitir uma estrutura peer-to-peer para os cuidados de saúde. A Blockchain tem a promessa de validar duas ou mais entidades envolvidas em uma "transação de saúde". Isso fornece dois atributos-chave em comparação com um modelo de autenticação centralizada. A primeira é que as partes interessadas podem se envolver em um "nível de transação" de "relação de confiança". A segunda é que a exposição da obrigação em tal relação é limitada apenas ao envolvimento de "nível de transação". Isso é muito útil, pois limita o acesso de informações e responsabilidades entre as partes envolvidas e, ao mesmo tempo, permite que uma parte entre em uma relação de transação com um número de outros provedores com base em suas capacidades específicas e tipo de atendimento a ser entregue ao paciente. Isto é significativamente melhor do que os sistemas centralizados convencionais que têm a necessidade de limitar o número de provedores para uma ampla gama de necessidades de pacientes devido ao esforço necessário para gerenciar o acesso e as obrigações.
3.5 Troca de Informação sobre Saúde e Tokens Para o Brasil se afastem com sucesso do modelo de taxa por serviços burocráticos para o atual modelo baseado em valores, tem que haver uma infraestrutura de TI de saúde que permita às organizações vincular qualidade, valor e eficácia de intervenções médicas através de um modelo de remuneração respeitável. A compensação irá se basear na eficácia da rede dos provedores de serviços em conjunto para garantir a melhoria da qualidade dos cuidados e bem-estar e, ao mesmo tempo, reduzir os custos de cuidados associados. Para incentivar verdadeiramente os diferentes participantes na rede a criar proativamente melhores regimes de assistência, uma compensação baseada no mérito de economias compartilhadas (reembolsos) entra em vigor. A fim de alocar efetivamente uma parte proporcional ao provedor na rede que mais contribuiu para a economia global, um monitoramento claro de sua contribuição é mensuravelmente executado por contratos inteligentes na rede da blockchain. Outro impacto-chave do novo paradigma de saúde é o modelo de compensação onde os provedores são elegíveis para receber compensação adicional além do cuidado prestado. Esta compensação é o resultado de economias que são geradas com base na forma de quanto os provedores gerenciam os resultados dos cuidados do paciente (incentivos). Qualquer economia gerada através de uma gestão eficiente do cuidado do paciente pode ser mantida pelos provedores e seus parceiros de rede como parte do aspecto de economia compartilhada do novo paradigma de saúde.
Nossa proposta dá a capacidade dos pagadores de transferir tokens como incentivos para os provedores que alcançam essas métricas de qualidade. A capacidade de acompanhar e gerenciar contratos inteligentes em que os benefícios podem ser resgatados com facilidade, fornecendo a qualidade necessária para provedores e pacientes participarem ativamente de uma colaboração recíproca. Contrariamente, se um ou mais participantes falharem, penalidades apropriadas por meio de obrigações também podem ser cobradas com a mesma facilidade. Esta aproximação da qualidade/bem estar fornecerá o impulso necessário que é preciso para deslocar a indústria de cuidados médicos de uma mentalidade da gerência da doença a uma mentalidade de estilo de vida bem-estar. Daí em diante, tokens emitidas pela XXXX (XXX), vão ser o token nativo da plataforma da XXXXX. Em troca de tokens XXX, os usuários serão capazes de usar a rede para alugar espaço de armazenamento de informações de saúde, e para executar pagamentos e transações nos contratos inteligentes de saúde. Acreditamos firmemente que usar um token seja o melhor sistema de pagamento para suportar esta infra-estrutura no futuro próximo. O futuro é um ecossistema vibrante de muitos tokens, para os quais a saúde precisará de um sistema de pagamento em ciclo fechado. O resultado será um ciclo de feedback positivo do círculo de gerenciamento de cuidado eficiente com diminuições significativas em bilhões de dólares atualmente atribuídos à fraude de pagamento de saúde. O sistema também incentiva as grandes organizações com amplo armazenamento de servidores a trocar tokens com organizações de saúde de pequeno e médio porte que precisam de acesso direto à rede de saúde da blockchain sem a implementação direta de um nó. No entanto, as novas políticas de saúde fornecem o potencial para incentivar os provedores a trabalharem juntos para melhorar as vias de atendimento, as atuais arquiteturas de EHR ficam aquém desta habilidade, assim, a simples concessão ou recebimento de tokens facilita esse processo. Portanto, o valor dos tokens está vinculado ao volume de transações executadas na rede. À medida que a rede XXXXX aumentar consistentemente as transações de tokens, a demanda por token aumenta, resultando em aumento de valor.
Distribuição
Referências:
http://www.businessinsider.com/ripple-progresses-blockchain-tech-high-profile-partners-2017-7
http://joseguilhermelopes.com.bblockchain-e-a-ciencia-de-dados/
https://www.forbes.com/sites/danmunro/2015/12/31/data-breaches-in-healthcare-total-over-112-million-records-in-2015/#6fdc12237b07
https://www.ventureradar.com/
https://www.chainalysis.com/
https://www.bloq.com/
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2015.09.13 11:03 lucas421 NO ESTAMOS CONTRA PODEMOS.

A la Comisión Garantías Democráticas de Podemos Asunto: Oposición Resolución de 30/7/2015 de la Comisión Electoral
Presentador: Aitor Ibarra en representación de la candidatura. Estimados militantes y simpatizantes de Podemos. Estimados compañ[email protected] de la Comisión Estatal de Garantías DEMOCRÁTICAS:
Aitor Ibarra Cebadero, afiliado a Podemos, DNI 22707128 presentador-coordinador de la candidatura anulada, perteneciente al círculo de Bilbao Sur Hegoalde, Barrio de Rekaldeberri, tras la resolución del 30 de agosto de 2015, del Comité Electoral, por la que se dispone anular la candidatura Justizia Social, Participación Ciudadana y a sus candidatos elegidos, mediante sufragio universal, libre, directo y secreto, en base a la organización de primarias organizado y controlado en todas sus fases, conforme al calendario electoral establecido, por el Comité Electoral, desconociendo las personas físicas que componen el mismo salvo Javier Pérez con quien me relacioné y Pablo Echenique quien nos ha notificado la resolución. 
Vengo a oponerme en nombre de la candidatura, por los motivos que se indican en el presente escrito de oposición a dicha resolución, impugnando la resolución y los argumentos que utiliza la Comisión Electoral de Podemos para anular la candidatura Justizia Social Participación Ciudadana después de más de un mes de la publicación de los resultados electorales de primarias, para elegir las candidatas y candidatos de Podemos a Cortes Generales, indicando no ser ciertos los argumentos utilizados para descalificar la candidatura y conforme mejor corresponda en derecho y
DIGO:
PRIMERO.- Que el motivo de la presente impugnación/recurso, decidida después de transcurrido mas de un mes de conocer el resultado de las primarias celebradas para la presentación de los electos a las listas para la elección a Cortes, Congreso y Senado, por parte de nuestro partido PODEMOS y de publicar su resultado, convocadas mediante un Reglamento Electoral de procedimiento, elaborado por la dirección de Podemos sin consultar con las bases, ni tampoco con los círculos, ni con sus órganos representativos del partido, en el que no solo pocos afiliados han estado de acuerdo, sino que muchos de ellos, se han manifestado públicamente en contra del Reglamento, hecho a la medida del aparato oficial del partido, a mayor abundamiento habiéndose alzado numerosas voces públicas en contra de dicho Reglamento Electoral.
No obstante en nuestra candidatura Justizia Social, Participación Ciudadana, nos presentamos a dichas elecciones de primarias con el deseo de buscar una colaboración con la dirección de nuestro partido para influir en una mayor participación democrática de las bases en la toma de las decisiones más importantes, con el fin de buscar el poder decisivo de las bases, de los círculos, de las asambleas, poniendo en sus manos numerosos abogados, dado que nuestra idea nació de un círculo de juristas de todos los territorios y activistas diversos para poder en el caso de que los votantes nos eligieran, como lo han hecho, influir en las mejores decisiones del entorno en el que se mueve la base social del partido. 
Con un programa propio, nos presentamos a las primarias, anunciando nuestra influencia si salíamos elegidos, en potenciar el poder decisorio de las bases, una mayor democracia en el partido, potenciando los círculos y dándoles mayor poder decisorio que el actual, al tiempo que hacíamos público nuestro hincapié en:
a) La reforma constitucional en especial dos derechos básicos de tipo social y de fácil desarrollo constitucional como son: 1. El derecho a trabajo (o su sustitución por una renta universal) y 2. El derecho a la vivienda (porque la vivienda habitual es un derecho básico protegido constitucionalmente, así como la paralización de todos los desahucios creando territorios libres de ejecuciones hipotecarias o influir sobre la idea de que las hipotecas no son de los bancos, lo que se ha dado en llamar por nuestros candidatos la titulización habiendo expertos en este asunto dentro de nuestra candidatura).
b) El segundo aspecto de nuestro pequeño programa era crear las condiciones para provocar un plebiscito sobre la república. c) Y el tercero hacíamos mención a la reestructuración de la deuda pública que debía ser auditada por falta de legitimidad, al resultar mucha de ella odiosa e ilegítima en una parte importante tanto por su cuantía y por los propios fines de una parte de ella. Como decimos una vez cumplidos los requisitos que nos fueron diciendo a través de nuestro interlocutor de la Comisión Electoral, Javier Pérez a través en relación con de este presentador de la candidatura, mediante el email corporativo de ambos, se admitió una vez indicadas todas las instrucciones recibidas por el Sr. Pérez la candidatura, para poder ser votada, indicando que fueron numerosos los candidatos que por unas causas o por otras siempre a juicio de la Comisión Electoral, fueron unos candidatos sacados de la candidatura y puestos como independientes y otros simplemente sacados de la candidatura, e incluso nuestra cabeza de lista que tampoco se presentaba para la Presidencia, fue puesta por la Comisión Electoral por arte de magia, suponemos que motivado por una mala coordinación o falta de medios mas que basado en la mala fe o malas intenciones. Una vez que nuestra candidatura fue validada, en el tiempo correspondiente conforme a los plazos del calendario electoral publicado y respetado, por cumplir los requisitos de admisión que expresamente se exigían y se controlaban, publicada por la comisión electoral, sometida a votación y vistos los resultados, la Comisión Electoral no tiene otra mala intención, que anular nuestra lista, con la invención de falsos motivos. Nuestra candidatura salió elegida como más votada, después de la lista de los compañeros Gordillo, Cañamero y otros de la candidatura de Etica y Ciudadanía. Por ello en combinación con el criterio territorial nuestros candidatos ocuparon puestos de relevancia desde el 127 en adelante ocupando en muchos territorios los segundos y terceros puestos en adelante. Buenos resultados para nuestra candidatura, pero que al parecer incomodan los planes de la Dirección de Podemos. Si combinamos los resultados obtenidos en primarias con otros candidatos tenemos que a nivel nacional nuestros candidatos fueron globalmente los segundos más votados o terceros si contamos con la candidatura de Gordillo y Cañamero cuya intención según manifestaron, era presentarse solamente por Andalucía. En conclusión que nuestros candidatos podrían ocupar los segundos puestos utilizando la opción acordada por Podemos en el Reglamento. De tal modo que muchos de nosotros podríamos elegir el segundo o tercer puesto en función de la paridad mediante cremallera en muchas provincias después de los candidatos de Pablo Iglesias y de la encabezada por el compañero Gordillo para Andalucía como dijeron. La cuestión es que nuestrxs candidatxs han salido elegidos para ocupar la opción de ir por segundo o tercer puesto en muchos lugares de España para los cargos de Diputados, de conformidad con el Reglamento. Así ya se barajaron oficialmente en asambleas en diferentes territorios de España quienes habían salido segundos y terceros para la confección de las listas provinciales para el Congreso. Al parecer lo más fácil para impedir que los candidatos elegidos democráticamente puedan ocupar puestos preferentes, ha ideado buscar falsas excusas, antidemocráticas, formalismos añadidos o simplemente falsedades ocultas para intentar justificar lo injustificable y para impedir quedar como una medida antidemocrática e impopular que parezca que podemos sea una parte más de los partidos de nuestra escena nacional, teniendo que disimular que cogen a sus amiguitos a dedo, para ocupar puestos saltándose la voluntad de los votos y presentarse a los cargos saltándose así sus propias normas recogidas en su Reglamento electoral y es así como han manipulado los requisitos electorales inventándose la nulidad de las actas que con anterioridad las habían dado por válidas. Dicha actitud es propia de otro tipo de personas, de otro tipo de partidos, pero no de quienes dicen llamarse demócratas, que respetan los resultados electorales, que se inventan falsedades para fingir motivos de falta de formalismos, a mayor abundamiento cuando ellos se han encargado de controlar todo, absolutamente todo el desarrollo electoral controlando los avales, la presentación de candidatos, los plazos, el censo, los votantes, los documentos, etc.. por lo que solo ellos han sido responsables del resultado y ahora a mayor inri, no lo respetan, anulándonos la candidatura, después de más de un mes publicados los resultados legítimos de nuestrxs candidatxs.
SEGUNDO.- Nuestras candidatas y candidatos, han pasado el minucioso control establecido por el Comité electoral y si no ha sido así solamente hay un culpable y es la propia comisión electoral. SI LO HUBIESE HECHO y fuesen verdad los argumentos que indican en la resolución, nuestros candidatos hubieran subsanado el aval presentado con un segundo aval como disponía el reglamento y no nos han dado oportunidad porque entre otras cosas se nos admitió en su día expresamente sin que existiera la mínima duda de los avales. Esto es un engaño y manipulación electoral en toda regla pero además para el caso que se hubiera dado alguna incorrección o falta de documento se hubiera exigido dentro del plazo y de no hacerse se hubiera producido indefensión por la Comisión Electoral, por los siguientes motivos: 1.- SI NOS HUBIERAN EXIGIDO DURANTE EL PROCESO ELECTORAL UN SEGUNDO AVAL SE HUBIESE PRESENTADO SIN DUDA POR TODOS LOS CANDIDATOS. 2.- ME INDICARON MEDIANTE EMAIL QUE EL AVAL ESTABA BIEN HECHO PARA LA LISTA Y QUE CON ESTE DE HEGOALDE ERA SUFICIENTE, QUE NO HACIA FALTA PRESENTAR UN SEGUNDO AVAL. (doc. 1 que se inserta, email de Javier Pérez del Comité Electoral) Nota: designamos el archivo de email de podemos donde se encuentra el original a los fines probatorios legales pertinentes. DOC. 1 -----— Mensaje reenviado —----- De: primarias.estatales [email protected] Para: [email protected] CC: Asunto: Re: CONSULTA LISTAS Fecha: jul 8, 2015 6:31:32 p.m. UTC
Hola Aitor, Vale con el aval de la lista. Sí, todo el mundo debe registrar su candidatura individual por un lado, y que su DNI aparezca en el registro de una lista por otro. Un cordial saludo,
3.- El proceso electoral lo controlaba la comisión electoral que para eso fue nombrada para ejercer el control electoral del cumplimiento de todos los requisitos, tanto del sufragio activo como pasivo. 4.- El propio sistema informático no permitía presentar más de un aval.
Queda claro que cualquier presentación de documento o invalidación fuera de plazo ha de ser extemporánea y tenerse por ser ANTIDEMOCRATICA y fuera de toda duda pasar un trámite electoral sin advertir nada y cuando se conocen los resultados TE ANULAN LA CANDIDATURA. Esta burda anulación atenta contra el mas mínimo principio democrático cual es el de atenerse a los resultados. Es lo menos que podemos pedir a nuestros dirigentes, que un proceso electoral sea limpio. ¿Que esconde la dirección de Podemos bajo esta actitud? Podemos entender que solo esconda la intención de apoyar a sus amiguitos y no sea el inicio de una actitud antidemocrática para ir en contra de la opinión popular, de la ciudadanía expresada en las urnas, en contra de sus bases, en este caso en las urnas de cuantos estamos con PODEMOS. Esperemos que no sea mas que eso, apoyar a sus amiguitos y no una avanzadilla de lo que va a ser la política general de Podemos en los próximos años. Si es lo primero, podríamos llegar a asumirlo pero si es lo segundo nace un nuevo problema muy serio, que tendría garantías democráticas tomar medidas, y plantearse de si está con la dirección de Podemos, representada por quien firma dicha anulación de nuestra candidatura, O CON LOS VOTANTES que han indicado claramente su intención con su voto, a quienes hemos sido elegidos sin trampa ni cartón. Lisa y llanamente nuestros candidatos han sido elegidos por los afiliados, militantes y amigos de PODEMOS. Una actitud así de dirigentes políticos no se conocía en la vida política de nuestro país y por ello nos defenderemos primero ante esta comisión esperando que su nombre COMISION DE GARANTIAS DEMOCRATICAS hoy mas que nunca haga honor del mismo y tumbe de una vez por todas las decisiones contrarias a la democracia participativa como han sido unas elecciones celebradas por quienes han preparado un reglamento a su medida; han dado quince días de plazo a las candidaturas opositoras a la dirección mientras la propia dirección llevaba meses preparando y eligiendo a sus candidatos; Han venido haciendo campaña con el dinero del partido en beneficio de sus propios candidatos mientras que las candidaturas alternativas han tenido que conformarse con los pocos medios y reunir muchos esfuerzos para conseguir votantes e incluso para poder votar y que les dieran la clave para poderlo hacer. Es muy grave anular una candidatura cuando ya se ha votado y faltar a la verdad para manipular los resultados. Esperemos que en bien del partido LA COMISION DE GARANTIAS DEMOCRATICAS nos de la razón accediendo a lo que solicitamos y restaurando la buena imagen que nos han creado a los candidatos y a los miembros de los círculos avalistas, en el buen nombre del partido y en la restauración de la democracia validando la candidatura y respetando los resultados obtenidos dando opción a nuestros candidatos para elegir territorialmente la provincia por la que se quiere presentar en función de los votos obtenidos y la paridad en cremallera, informando de forma transparente y RESPETANDO ASI LOS RESULTADOS DE LOS VOTANTES DE PODEMOS EN LAS PRIMARIAS conforme se indica en el propio Reglamento Electoral. Queda claro que la medida es arbitraria, caprichosa, injustificada y esta fuera de toda duda la persecución y discriminación hacia nuestros candidatos y candidatas. Nuestra legitimidad esta clara y que somos de Podemos pertenecientes a los círculos indicados y avalados por nuestros compañeros; que quienes nos presentamos disponíamos de avales suficientes tanto del circulo al que pertenece cada uno como al de Hegoalde que presentó los avales de la lista; Que el sistema informático solamente permitía presentar un aval no dos; que la comisión electoral nos dio el visto bueno; que la comisión electoral nos controló a todos nuestros candidatos y así nos eliminó a cuantos quiso tanto de la lista como eliminación definitiva y que el aval supera el diez por ciento con creces, siendo falso lo que se indica en el mismo y que la reunión se celebró el mismo día de la fecha que consta en el acta. 
NOTA:SE ADSCRIBEN AL PRESENTE RECURSO todos los candidatos (salvo quienes hayan optado por hacerlo de forma individual o hayan desistido exp
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2014.12.29 21:19 rodroyo INSISTO PODEMOS DEBE TENER LA POLITICA de 0 TRANSGENICOS como PRIORIDAD

Leer por favor este artículo:
"Los transgénicos son una bomba atómica con vida propia"
La doctora en genética molecular Elena Álvarez-Buylla batalla en contra de los cultivos genéticamente modificados: "Somos sujetos de un experimento global, sin control ni consentimiento", asegura
http://www.eldiario.es/sociedad/transgencios-cientifica-critica-Alvarez-Buylla_0_263173824.html
Fue una bomba. Una prestigiosa revista publicó en septiembre de 2012 un estudio del francés Gilles-Eric Séralini que relacionaba el consumo de maíz transgénico con la formación de tumores. Un año después, la revista que publicó el trabajo le exigió su retirada. Ese desacreditado trabajo ha acentuado las suspicacias sobre las sentencias definitivas a favor o en contra de la modificación genética de semillas. En España las voces discrepantes se relacionan con ambientalistas mientras que los apoyos a esta tecnología se ligan a científicos.
La mexicana Elena Álvarez-Buylla se sale de ese modelo. Y está orgullosa de ello. Doctora en genética molecular y coordinadora del laboratorio de Genética Molecular del Desarrollo de la Universidad Autónoma de México –y con 106 publicaciones científicas a sus espaldas– no esconde su batalla personal contra estos cultivos.
Hay analistas que aseguran que hay un consenso internacional científico sobre los transgénicos, que no existen diferencias entre unos alimentos y otros...
Es totalmente falso que los transgénicos sean iguales a los silvestres. Hay evidencias que indican que, por ejemplo, la soja transgénica es nutricionalmente distinta, además de que la mayoría se rocía con grandes cantidades de glifosato –un agrotóxico– que penetra en las células y es nocivo para la salud. Y nos lo estamos comiendo. Estamos siendo sujetos de un experimento global sin controles y sin consentimiento, el experimento de una tecnología incipiente y a la vez obsoleta que, por razones científicas, tendría que ser suspendida.
¿En qué sentido?
Teniendo en cuenta los datos científicos y el puro sentido común, los organismos transgénicos no pueden ser iguales a los no transgénicos. Es una falsedad asegurar que un organismo puede ser equivalente después de que le introduzcas un solo transgen. Una pequeña perturbación en sistemas complejos, como un ser vivo, tiene consecuencias que no se pueden enumerar. Y mucho menos predecir las consecuencias en las interacciones con otros genes y la síntesis de muchas sustancias. El efecto de un gen (o un transgen) depende no sólo de sí mismo, sino de sus interacciones con otros genes y proteínas, y de la interacción del organismo transgénico con el ambiente.
¿De qué tipo de consecuencias habla?
Hay plantas que presentan moléculas distintas, no asociadas al gen producido sino a otros genes, los que se han alterado a su vez por esta modificación. Pero, además, el maíz o la soja están incorporando a sus células el herbicida al que son resistentes por la modificación genética. El glifosato –está probado– es un teratógeno (que produce malformaciones en el feto) y es posiblemente cancerígeno. Las plantas resisten ese veneno y lo incorporan, por lo que pasa a la cadena alimenticia.
¿También hay consecuencias para el medio ambiente?
Basta con que les vayan a preguntar a los agricultores americanos cuánto se están gastando ahora mismo en controlar las supermalezas que han crecido en las explotaciones de transgénicos que, después de muchos años, se han hecho resistentes al glifosato, al herbicida. Los organismos evolucionan y ya hay variedades de maleza que aguantan los herbicidas. Ahora amenazan con transgénicos que resisten a múltiples agrotóxicos; algunos aún más tóxicos que el glifosato.
Es totalmente falso que no haya diferencias entre un alimento transgénico y otro que no lo es
¿Por qué defiende que se trata de una tecnología inútil?
La llamo pseudotecnología. Las variedades que comercializan las corporaciones se obtienen por ensayo-error. Es como si al vender un coche dijeran: 'Prueba este... Ah no, no va. Toma otro'. Se eligen las porciones de ADN que se quieren inocular en la planta y se colocan en diversos puntos de la cadena de ADN. Luego se ve cómo se desarrollan los ejemplares en el laboratorio, qué efecto ha tenido. ¿Cómo se analizan las plantas? A ojo. No con un estudio metabólico exhaustivo que sí podría revelar alteraciones aunque no estén, en teoría, implicadas en el gen que se ha modificado. Porque las redes que hacen interactuar los genes de un organismo son muy complejas. No son corto y pego, y ahí se queda el efecto. Rebotan por donde nadie se imagina.
¿Entonces qué es lo que sale de los laboratorios?
La empresa selecciona lo que quiere en esas condiciones de laboratorio. Desarrolla una línea para vender, la diferente de la silvestre. Pero los genes se mueven en el polen a miles de kilómetros de distancia. Por eso lo que se haga en España afectará a los vecinos. Lo que se hizo en EEUU ya contaminó el centro de origen del maíz mundial, que está en México. El polen viaja y hace germinar con su gen transgénico.
El contexto alrededor y las interacciones de esas plantas son ya diferentes. Con lo que las plantas que contengan el gen modificado por la empresa ya no serán como cuando se han producido en el laboratorio. Las hijas de esa planta llevarán ese transgen. Se irán acumulando transgenes. Está demostrado que no se pueden parar y controlar. Los transgenes se mueven y se acumulan en las razas nativas de los cultivos.
Tal y como usted lo plantea, es una 'contaminación' imparable.
La propia industria ha reconocido que lo poderoso de esta tecnología es que se va a implantar sin esfuerzo y cuando la gente se dé cuenta ya no va haber nada que hacer. Las secuencias genéticas patentadas se acaban acumulando en los cultivos originales. Y entonces, las empresas podrían hasta demandar a esos agricultores por utilizar una variedad sobre la que tienen una patente de exclusividad. Aunque sea el maíz nativo que esté contaminado.
De hecho, cuando se compra semilla transgénica estás obligado a destruir lo que no utilices en la cosecha. El único que tiene derechos sobre la reproducción de vegetal de esa semilla es la corporación. No se puede ni utilizar las semillas obtenidas con la cosecha.
¿Usted asegura que se asumen riesgos sólo para favorecer el negocio?
Claro. La gente está siendo sujeta a este riesgo público a favor de las ganancias privadas. Porque eso es lo único que hay detrás, de verdad. Existe por razones de lucro. ¿Queremos tirar la bomba atómica a ver qué pasa? Esto es una bomba atómica pero con vida propia. Es una contaminación que va atener su propia dinámica evolutiva y a los responsables de este crimen contra la humanidad no se les va a poder pedir cuentas.
¿Por qué?
Pues de entrada porque no se está etiquetando en la mayoría de los países latinoamericanos ( Nota: En Europa sí en el caso de que sea para alimento humano directo, aunque el 100% de los piensos están etiquetados como transgénicos porque hay tanto maíz importado –la mayoría transgénico– que los fabricantes han optado por decir que todo es transgénico).
Estamos en un mundo al revés donde la ciencia dominante, la ciencia del reduccionismo, muy obsoleta en el contexto actual pero con mucho poder económico, está validando con un traje falso en términos científicos una tecnología peligrosa y ambientalmente insustentable.
¿Usted niega los efectos beneficiosos de los transgénicos para aliviar el hambre en el mundo?
La realidad son grandes extensiones de soja transgénica resistente a glifosato. Grandes explotaciones de monocultivo. No hay que desenfocar. No hay que dejarse llevar por ese engaño. Por ejemplo, el arroz dorado que se ha introducido en Asia con un gen para dotarle de una vitamina de la que son deficientes los niños y que provoca ceguera. ¡Pero los niños son deficientes en esa vitamina porque no comen! Y para solventar la deficiencia tendrían que comer kilos de arroz dorado. Eso es irreal. Mejor unas verduritas. Desde un punto de vista tecnológico, científico y social se necesita solventar el problema de reparto de alimentos, no cultivar el arroz dorado que es sólo para hacer propaganda a favor de los transgénicos.
Son muchas las voces que defienden que es una tecnología extendida y eficiente.
Existe un mito conveniente: si ya están en todos los lados, y no hay remedio, ya no podemos hacer nada. Desde el punto de vista de resolución de los problemas agrícolas del mundo, los transgénicos han aportado cero. Los han empeorado. Si es una tecnología que no resuelve los verdaderos problemas y tiene riesgos…. ¿para qué se apoya? El que cada vez se coma más comida chatarra no quiere decir que sea buena.
¿Por qué hay cultivos modificados genéticamente y otros en los que esta tecnología no se aplica?
Por el negocio. Que está en la soja y el maíz. Existen transgénicos de arroz, pero los japoneses están cuidándolo muchísimo para que no se extienda porque es la base de su alimentación. También hay berenjena, tomate… pero el negocio está en la soja y el maíz.
¿Y el trigo?
Que no haya trigo transgénico es uno de los argumentos que demuestran que sí se sabe que hay consecuencias con estos cultivos. ¿Dónde se come trigo? En Estados Unidos, Europa y Canadá. ¿Dónde está la gente más rica? El trigo está muy cuidado. Sería facilísimo modificarlo pero la gente del Primer Mundo no está dispuesta a tener en su mesa trigo transgénico todos los días. Sí que en los laboratorios lo modifican en experimentos… pero como propaganda. Está protegidísimo. Y claro que hay problemas de plagas y demás con el trigo pero se resuelven de manera más inteligente que con transgénicos.
España se ha quedado sola en el mundo de los transgénicos en Europa. ¿Tiene explicación?
Las empresas tienen mucha influencia con los gobiernos pero las poblaciones de Alemania, Francia o Gran Bretaña tienen un rechazo público muy fuerte a los transgénicos…. ¿y dónde se mantiene el acuerdo de negocio sin motivo tecnológico o humanitario? En España.
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